quinta-feira, 11 de abril de 2013

Fernando Gallo - Música, Brasil

  1. Medley: Variações sobre "Brejeiro (E. Nazareth) / Pintinhos no Terreiro (Lina Pesce) / Apanhei-te Cavaquinho (E. Nazareth) / Brasileirinho (Waldir Azevedo)
  2. Feitico da Vila (Noel Rosa)
  3. Rancho Fundo (Ary Barroso)
  4. Ultimo Desejo (Noel Rosa)
  5. Manha de Carnaval (Luiz Bonfa)
  6. Carinhoso (Pixinguinha)
  7. Primavera (Carlos Lyra)
  8. Se Todos Fossem Iguais a Voce (Vinicius de Moraes)
  9. Joao Valentao (Dorival Caymi)
  10. Quem te Viu Quem te Ve (Chico B. de Holanda)
  11. Baixa dos Sapateiros (Ary Barroso)
  12. Exaltacao a Bahia (Vicente Paiva)
Música, Brasil


Baiano de nascimento e mineiro “por opção e coração”, como gosta de dizer, Fernando Gallo vive em Belo Horizonte desde 1989. Veio para montar uma casa de shows, a Loch Ness, que funcionou por cerca de quatro anos, gostou da forma como foi acolhido por aqui e não saiu mais. De lá para cá, sempre com sucesso, se apresentou em casas noturnas, restaurantes e nos clubes mais conceituados da capital, nos quais fez incontáveis amigos e angariou admiradores que o acompanham até hoje.

Mas a história do maestro com a música começou bem antes de vir para Minas, já em 1941, quando se formou pelo Instituto de Música da Bahia. Pouco tempo depois foi para o Rio, onde se graduou em regência pelo Conservatório Nacional e, daí em diante, ganhou o mundo. Hoje, com 84 anos, mais de 60 deles dedicados à música, Fernando Gallo lembra que já se apresentou em mais de 50 países e teve oportunidade de acompanhar alguns mitos da música, como o norte-americano Nat King Cole e a cantora francesa Edith Piaf. Só no Cassino de Estoril, em Portugal, trabalhou por sete anos. “No Brasil, já toquei com Elis Regina, Emílio Santiago, Wilson Simonal e tantos outros”, conta.  

Outro dado curioso na vida do maestro Fernando Gallo foi a sua participação como pracinha da Força Expedicionária Brasileira, durante a Segunda Guerra Mundial, quando esteve na Itália lutando junto aos aliados. “Minha vida, com certeza, daria um livro ou um filme”, costuma dizer o maestro, que, no entanto, sempre elegeu a música como sua prioridade.

(Carlos Herculano Lopes)

Um comentário:

  1. Excelente escolha para homenagear nossa musica brasileira.
    Repertório de primeira qualidade e, divina interpretação do maestro.

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